Voltei... não para dizer coisas boas. Pelo contrário. Estou desiludida com a vida, com as pessoas que me rodeiam. Não era esta a vida que eu queria para mim, nem era assim que eu imaginava o ser humano. Chego à conclusão que os que parecem viver bem são aqueles que mentem, que traem, os que enganam, os que matam rapidamente, os que matam aos bocadinhos. Esses, para minha surpresa, são os que conseguem dormir à noite. Ou outros, vitimas dos anteriores, não conseguem.
Claro que eu, como toda a gente, se calhar já fiz coisas más, num momento ou noutro da minha via. Mas é com os erros que se aprende (cliché). E tento melhorar-me a cada dia. Já enganei, já manipulei, já traí numa fase de construção da personalidade. Mas não é assim que me defino não é assim que podem definir quem sou. Porque eu não sou assim. Agora não sou assim. Bem, se calhar por isto tudo nem tenho legitimidade para julgar os outros. Mas não consigo... Vejo demasiada gente triste à minha volta… muitas caras sombrias, muita gente infeliz. Porquê? Porque há um rapaz que ilude uma rapariga que precisa de atenção e depois foge, um patrão casado que anda com uma funcionária casada, um rapaz que assume várias relações sérias, uma rapariga que passa por cima de tudo e de todos para subir na via. Uma mãe com 3 filhos que vive uma vida promíscua e leviana e que insiste em envolver os filhos nisso. Uma maré de família que morre e ninguém se importa. Uma rapariga que dá a mão, levam-na e abandonam-na.
Enfim, isto nem sequer é nada comigo. Vivo melhor com os meus problemas do que com os dos outros. Deve ser uma espécie de espírito samaritano que me deve ter sido inculcado... ou então é estupidez inata, não sei.
As boas pessoas devem existir. Onde estão? Não sei… as que conheço contam-se pelos dedos de uma mão.
Procuro a perfeição em mim, procuro a perfeição nos outros. Se pensarmos bem, era tudo melhor assim. Não haver contrariedades com as quais nos tivessemos de confrontar… conheço os meus defeitos e admito-os... Não minto, no entanto oculto verdades. Porque não gosto de falar, não gosto de me expor (quem diria??!!!), não gosto de preocupar. Com os meus fantasmas vivo eu, com os sonhos vivo eu e com as minhas utopias vivo eu. Com o meu temperamento flutuante entre o 8 e o 80… bem, com isso já alguns também têm de viver. Gosto de quando estou no 8 me dêem a mão, me abracem e só... gosto de saber que se algum dia eu mudasse e decidisse falar estava ali alguém para ouvir. Por agora basta-me o conforto quente quando o coração está frio. Um ombro para chorar sem ninguém perguntar porquê. Eu sei que não sou fácil nos dias maus, mas sou a melhor nos dias bons… nada me afecta... é só felicidade.
Bem, começando a voltar a mim, esta merda parece uma carta de apresentação para aquelas agência matrimoniais (Girl needs boy, Boy needs girl)…
Mas agora também fico a pensar: será que são as pessoas como eu que fazem o mundo mau????
Bem... continuando... the pursuit of happiness.
Claro que eu, como toda a gente, se calhar já fiz coisas más, num momento ou noutro da minha via. Mas é com os erros que se aprende (cliché). E tento melhorar-me a cada dia. Já enganei, já manipulei, já traí numa fase de construção da personalidade. Mas não é assim que me defino não é assim que podem definir quem sou. Porque eu não sou assim. Agora não sou assim. Bem, se calhar por isto tudo nem tenho legitimidade para julgar os outros. Mas não consigo... Vejo demasiada gente triste à minha volta… muitas caras sombrias, muita gente infeliz. Porquê? Porque há um rapaz que ilude uma rapariga que precisa de atenção e depois foge, um patrão casado que anda com uma funcionária casada, um rapaz que assume várias relações sérias, uma rapariga que passa por cima de tudo e de todos para subir na via. Uma mãe com 3 filhos que vive uma vida promíscua e leviana e que insiste em envolver os filhos nisso. Uma maré de família que morre e ninguém se importa. Uma rapariga que dá a mão, levam-na e abandonam-na.
Enfim, isto nem sequer é nada comigo. Vivo melhor com os meus problemas do que com os dos outros. Deve ser uma espécie de espírito samaritano que me deve ter sido inculcado... ou então é estupidez inata, não sei.
As boas pessoas devem existir. Onde estão? Não sei… as que conheço contam-se pelos dedos de uma mão.
Procuro a perfeição em mim, procuro a perfeição nos outros. Se pensarmos bem, era tudo melhor assim. Não haver contrariedades com as quais nos tivessemos de confrontar… conheço os meus defeitos e admito-os... Não minto, no entanto oculto verdades. Porque não gosto de falar, não gosto de me expor (quem diria??!!!), não gosto de preocupar. Com os meus fantasmas vivo eu, com os sonhos vivo eu e com as minhas utopias vivo eu. Com o meu temperamento flutuante entre o 8 e o 80… bem, com isso já alguns também têm de viver. Gosto de quando estou no 8 me dêem a mão, me abracem e só... gosto de saber que se algum dia eu mudasse e decidisse falar estava ali alguém para ouvir. Por agora basta-me o conforto quente quando o coração está frio. Um ombro para chorar sem ninguém perguntar porquê. Eu sei que não sou fácil nos dias maus, mas sou a melhor nos dias bons… nada me afecta... é só felicidade.
Bem, começando a voltar a mim, esta merda parece uma carta de apresentação para aquelas agência matrimoniais (Girl needs boy, Boy needs girl)…
Mas agora também fico a pensar: será que são as pessoas como eu que fazem o mundo mau????
Bem... continuando... the pursuit of happiness.